Caso Rhuan, ideologia de gênero e feminismo: o caos humano

O menino Rhuan, vítima de mutilação genital e assassinato por suas "mães". (Foto: Reprodução/Facebook)

O menino Rhuan, vítima de mutilação genital e assassinato por suas "mães". (Foto: Reprodução/Facebook)

Publicado em Segunda-feira, 17 Junho de 2019 as 11:20

O Caso Rhuan é uma atrocidade, digno de filmes de terror, dos mais sarcásticos. O pior é o silêncio da militância LGBTT, que mostra exatamente o que eles sentem diante deste caso: desprezo pelo ser humano que não comunga com seus atos.

Imagino que o silêncio se deva ao medo que eles têm de fazer atrasar as suas “pautas” se reconhecerem que sim, essa atrocidade se deve à maluquice da ideologia de gênero. E não é caso isolado não. No mundo existem outros parecidos com esse, que os movimentos e a grande mídia simplesmente ignoram. Há um código maquiavélico de silêncio, e uma desonestidade em divulgar apenas a violência sofrida por crianças de heterossexuais. Só não vê quem não quer enxergar.

Penso que é uma necessidade o povo se instruir e lutar contra a ideologia de gênero, para entender que essa ideologia da diversidade de gênero não é cientifica, parte de um princípio de direitos, mas não da ciência. “Troca de sexo não existe”, existe uma cirurgia de aproximação, para contentar pessoas que têm disforia de gênero e que querem ser do outro sexo, mas não é algo natural, sinto em dizer, é fabricado, intencionalmente, e pode gerar muita dor em quem faz. Dor física e emocional.

O Instituto Hopkins dos Estados Unidos fez milhares de cirurgias desse tipo, mas desistiu depois de fazer um levantamento e descobrir que 68% das pessoas que fizeram a cirurgia tentaram suicídio por não se adequar. E não foi por causa da “sociedade”. Os estudos provam que foi o homem que se arrependeu, mas não tinha como voltar atrás, já que seu pênis foi mutilado. 

Esse PL 672, que criminaliza a discriminação e o preconceito relativos à identidade ou orientação sexual, se aprovado pelo Senado vai desencadear uma perseguição sem precedentes aos religiosos, por sua doutrina que não concorda com ela, além de amordaçar a ciência. Contra a ciência não cabe malabarismos, é um desrespeito a todo o mundo acadêmico, que será afetado, e um desrespeito aos ex-homossexuais e ex-travestis que existem.

Não podemos mais negar essa máxima, a cada dia mais pessoas afirmam que mudaram sua condição sexual, o que faremos com elas? Cometeremos o crime de ex-homofobia? Teremos que fazer um projeto de lei para proteger as pessoas? Pois é o que está acontecendo, somos amordaçados desde o PLC 122, e agora por esse ataque à ciência e à religião. Não se conquista direitos dessa forma, esse é mais um violento ataque à liberdade de expressão, jamais visto, e à liberdade científica.

Há muitos casos pelo mundo de “pais” que forçam um gênero contrário em seus filhos por não concordar com o seu sexo de nascimento. Pais que apenas porque veem o menino brincar de boneca ou ter preferência por cor usada por outro sexo, já tacha a criança de transgênero.

Estes dias uma mãe disse que sua menina gostava de futebol e chuteira e já achou que sua filha era trans. Também existem professores que forçam brincadeiras comuns do gênero feminino, por exemplo, em menino, somente por militância. Uma desinformação absurda, quase uma histeria.

É abusivo o que tem acontecido em algumas escolas, essa desconstrução da identidade da criança, que pode acarretar transtornos dos mais diversos. Mas o pior de tudo é o feminismo subversivo, que ensina mulheres a odiarem os homens.

Seus discursos estão claramente voltados para a inveja do pênis. Isso Freud explica. Como explica este caso, onde duas mulheres, que não se gostam como mulheres, têm um filho macho e por ódio do filho homem, resolvem cortar o seu pênis. Um pênis invejado por elas.

Por Marisa Lobo - Psicóloga, especialista em Direitos Humanos e autora de livros, como "Por que as pessoas Mentem?", "A Ideologia de Gênero na Educação" e "Famílias em Perigo".

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

 

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