Se há ataques, há muito mais apoios à primeira-dama Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro, primeira-dama brasileira. (Foto: Reprodução/EBC)

Michelle Bolsonaro, primeira-dama brasileira. (Foto: Reprodução/EBC)

Publicado em Terça-feira, 20 Agosto de 2019 as 5

Uma das histórias mais lindas da Bíblia é a história de Ester. Ester era uma menina ainda, quando seu tio Mordecai a levou para participar de uma seleção real para ocupar o lugar de futura rainha da Pérsia.

Imagina aquela situação para uma menina de origem humilde, que não vinha de linhagem real, que era estrangeira... mas sua beleza interior a tornou a mais bela de todas, ao ponto de a Bíblia dizer que Ester achou graça perante aos olhos do rei.

Já no começo da história, percebemos que Ester era uma pessoa generosa e ouvinte, pois não deixava um detalhe daquilo que falavam sem que ela não relevasse, e isso cada dia mais a levava a uma condição favorável.

Até que, ao ser levada ao grande rei Assuero, o inevitável aconteceu: Ester foi vista como aquela que seria a rainha perfeita para estar ao seu lado.

A partir daquele momento, Ester tinha o coração do rei em suas mãos e Deus a dava sabedoria, para que ela abençoasse a seu povo através de seu casamento real.

Hoje a primeira-dama Michelle Bolsonaro tem chamado a atenção da mídia pela sua grande influência, como esposa, em relação ao presidente Bolsonaro.

Por esses dias, li em uma reportagem escrita em letras garrafais: "MICHELLE INFLUENCIA BOLSONARO MAIS DO QUE MINISTROS".

Essa notícia, com certeza, em um país que até pouco tempo tinha uma presidente que era vista com desdém por suas ideias sem nexo, ter agora uma primeira-dama como uma das mulheres mais influentes do Governo Bolsonaro, claro que causa incômodo.

Incomoda os políticos contra, pois o que eles mais desejam é que o Governo Bolsonaro não dê certo, mas também sabemos que a primeira-dama ao "roubar" a cena, ocupa o lugar de muita gente que tem lutado para ser o "Conselheiro Presidencial".

Portanto, concluo que apesar de trazerem a história de vida familiar da primeira-dama, em tentativa de ataque pessoal a ela, só reafirma, ainda mais, o grande valor que essa maravilhosa mulher tem.

No casamento do filho do presidente vimos o quão discreta foi a primeira-dama, e mesmo assim não faltou holofotes para ela.

Michelle Bolsonaro é a típica primeira-dama que todo os países gostariam de ter. Uma mulher simples, humilde, batalhadora, conselheira, sábia e articulada. Michelle sabe que, nem sempre ser importante significa estar à frente de tudo, mas saber delegar responsabilidades e fazer uma boa articulação atrás dos bastidores trazem resultados surpreendentes.

Assim ela tem feito.

Hoje no Brasil os autistas são reconhecidos através da Lei 13.861/2019 que inclui dados específicos sobre autismo no Censo do IBGE.

Michelle Bolsonaro recebeu o título de Embaixadora da Paz. O reconhecimento foi concedido pela Federação para a Paz Universal, pela Associação das Mulheres para a Paz Mundial e pela Associação das Famílias para a Unificação e Paz Mundial.

A primeira Dama tem seu gabinete de trabalho, aliás dois. O espaço é destinado ao conselho denominado Programa Pátria Voluntária. A Primeira-dama não despacha no Palácio do Planalto, ela trabalha em uma sala de apoio no prédio onde funcionam os Ministérios da Cidadania, do Ministro Osmar Terra, e da pasta da Ministra Damares Alves.

Além dessa pauta toda de trabalho, Michelle ainda participa de debates onde tem podido expor suas ideias, como por exemplo, durante o debate da reforma da Previdência, a primeira-dama defendeu a retirada do ponto que previa que deficientes intelectuais deixassem de receber pensão em caso da morte dos pais.

Em razão de sua opinião, a Comissão Especial da Câmara que avaliou a reforma acabou incluindo uma ressalva para o dependente inválido, com deficiência grave, intelectual ou mental. Nesses casos, o benefício continuará a ser 100% da aposentadoria recebida pelo segurado e já está em discussão para aprovação.

No que se refere a questão familiar da primeira-dama sobre sua avó, como também de sua mãe, Michelle não pode ser culpabilizada pelo que aconteceu no passado.

A Bíblia assim afirma: "Naqueles dias não se dirá mais: ‘Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se mancharam. Ao contrário, cada um morrerá por causa do seu próprio pecado. Os dentes de todo aquele que comer uvas verdes se mancharam."  (Jeremias 31:29,30)

Portanto, a responsabilidade é pessoal, a primeira-dama não pode responder pelos atos da avó, da mãe ou seja de qualquer ancestral.

Então, o que falar mais de Michele Bolsonaro?

Como dizia os antepassados "Ninguém joga pedra em arvore que não está dando fruto".

Depois dessa história toda, só posso concluir que nossa primeira-dama tem uma história igual à Rainha Ester. Veio de uma família humilde, galgou as antessalas do reino, conheceu todos os bastidores, tem escrito uma história com Deus para cumprir a um propósito: seu Campo Missionário, o Brasil.

Deus Salve nossa primeira-dama, Michelle Bolsonaro!

Por Patrícia Regina Alonso é mãe, advogada há 20 anos, teóloga, musicista formada pelo Conservatório Musical Ernesto Nazareth. Foi capelã do Hospital das Clínicas de São Paulo. É membro da ADVEC. Escritora do Livro “Alienação Parental o Lado obscuro da Justiça Brasileira” e colaborou no livro “A invisibilidade de crianças e mulheres vítimas da perversidade da Lei da Alienação Parental”.

* O conteúdo do texto acima é de colaboração voluntária, seu teor é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a opinião do Portal Guiame.

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