Drag Queens que contam histórias para crianças têm histórico de pedofilia e prostituição

"Miss Kitty Litter" lendo histórias para crianças em um evento realizado pela Biblioteca Pública de Austin, Texas, EUA. (Foto: Cortesia da Mass Resistance)

"Miss Kitty Litter" lendo histórias para crianças em um evento realizado pela Biblioteca Pública de Austin, Texas, EUA. (Foto: Cortesia da Mass Resistance)

Publicado em Sexta-feira, 23 Agosto de 2019 as 11:56

Um conselheiro clínico que já trabalhou em estudos de casos de mais de 4.000 pedófilos está pedindo que os pais fiquem atentos, depois que uma biblioteca do Texas organizou um evento no qual uma drag queen contava histórias para crianças. De fato, o alerta do profissional se justifica, após um grupo de pais descobrirem que David Lee Richardson - o homem escolhido para contar as histórias, que atende pelo nome artístico de "Miss Kitty Litter" tem antecedentes criminais relacionados a prostituição.

Este não é o primeiro caso de uma biblioteca convidando Drag Queens com um histórico criminal para ler e interagir com crianças pequenas. Dois homens acusados ​​de agredir sexualmente uma criança foram convidados para ler histórias para crianças vestidos como Drag Queens, em uma biblioteca em Houston, no ano passado.

O grupo Mass Resistance, que tem estado na vanguarda da exposição de outros criminosos sexuais escondidos atrás de nomes de Drags em outros lugares do estado, publicou evidências do histórico de Richardson do Departamento de Segurança Pública do Texas em seu site na terça-feira. Um documento de pesquisa de antecedentes criminais mostra que, em 1996, Richardson foi preso e condenado por oferecer sexo por dinheiro, o que é proibido no código penal estadual.

Os ativistas também destacaram as postagens de mídia social de Richardson no início deste ano, que incluíam mensagens extremamente lascivas e fotos que incluíam palavrões, referências à prostituição e celebrações de violência sexual como o sadomasoquismo.

Jon Uhler, um conselheiro profissional licenciado que trabalhou clinicamente com cerca de 4.000 predadores em série por mais de 11 anos, disse em entrevista ao 'The Christian Post' na quarta-feira que acredita que os eventos Drag Queen Story Hour constituem "o maior programa já criado, envolvendo abusadores".

Enquanto drag queens lendo histórias para crianças em bibliotecas públicas tem sido considerado "uma atividade inócua", grupos comunitários e mães que resistem à ideia têm razão em se opor, acrescenta o conselheiro, porque predadores sexuais e infratores priorizam convencer as pessoas a duvidarem de seus instintos e pensar que alertas vermelhos "são um disparate".

"A questão é: por que esses homens vestem roupas íntimas femininas e se fantasiam de drag queens, querendo maior acesso a crianças?", Uhler perguntou.

Ele observou que, como os abusadores podem calcular que o público percebe algo fora de propósito, eles manipulam as percepções sobre o que realmente estão fazendo. Tal tem sido o caso com os esforços de relações públicas em torno do evento conhecido como "Hora das Histórias de Drag Queen".

"Sua frase favorita é: 'Bem, eu sei o que parece, mas na verdade não é isso'", disse o conselheiro. "Então, agora, eles o teceram. E o que ouvimos desses caras é 100% uma mentira".

Uhler alertou que a iniciativa com das histórias contadas por Drag Queens é um incentivo para fomentar confusão nas mentes das crianças e romper seus limites com mensagens que distorcem o gênero por meio de coisas como "lições de fluidez de gênero" nas escolas e a "Hora das Histórias de Drag Queen" nas bibliotecas. Ele destacou que isso equivale a um "vírus moral, contagioso como o ebola", que está se espalhando rapidamente pela sociedade.

"Não podemos nos dar ao luxo de não fazer nada porque temos indivíduos muito obscurecidos, que são abusadores [indo] atrás de nossos filhos e eles estão se espalhando. Não fazer nada é o mesmo entregar nossos filhos para eles", disse ele.

"Predadores estão usando essa [Drag Queen Story Hour] como um teste para descobrir o grau de determinação dessa comunidade", continuou ele. "E onde for fácil entrar, acredite, os abusadores vão começar a se reunir por essa comunidade que os receber".

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