Estudo revela a popularidade duradoura dos hinos tradicionais nos cultos

Coral ministrando durante culto. (Foto: Reprodução/Shutterstock)

Coral ministrando durante culto. (Foto: Reprodução/Shutterstock)

Publicado em Segunda-feira, 2 Setembro de 2019 as 11:02

Apesar da ascensão meteórica da música cristã contemporânea nas últimas duas décadas, um novo estudo da LifeWay revela que o hino tradicional ainda é uma parte estimada do culto da igreja.

Embora o CCM tenha se tornado moda em muitas igrejas em todo o mundo ocidental, o estudo da LifeWay com 1.000 pastores protestantes descobriu que a maioria continua retendo hinos em seu repertório musical.

Mais de dois terços (69%) dos pastores entrevistados disseram que os hinários são usados ​​regularmente em suas igrejas, perdendo apenas para a música tocada ao piano.

Scott McConnell, diretor executivo da LifeWay Research, disse: "Como os livros impressos, os hinários estão longe de serem obsoletos. Indivíduos e grupos ainda lideram congregações cantando juntos a cada semana".

A pesquisa também descobriu que a adoração é uma área da vida da igreja onde há pouco conflito entre o pastor, a equipe de adoração e a congregação.

Apenas 15% dos pastores disseram que as preferências de adoração de sua congregação eram o maior desafio enfrentado por sua igreja e apenas 5% dos frequentadores da igreja disseram que mudariam de igreja se o estilo de adoração mudasse.

Embora muitas igrejas tenham um líder ou equipe de louvor, a pesquisa constatou que os pastores costumam ter uma mão na música sendo tocada todos os domingos, com 71% dizendo que colaboram no planejamento da adoração.

A pesquisa apontou para uma colaboração saudável entre a maioria dos pastores e seus líderes de louvor, com 92% dos pastores dizendo que seu relacionamento era caracterizado por respeito mútuo.

Mais de três quartos (79%) dos pastores disseram que o piano era uma parte regular do culto de sua igreja, enquanto os pentecostais eram a denominação mais provável (82%) de ter uma banda de louvor.

Isso não quer dizer que o órgão também seja obsoleto, com quase metade dos pastores pesquisados ​​(47%) dizendo que o órgão fazia parte regular de seu culto.

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