Americana que não sobreviveria após 1 ano de idade está na faculdade: “Meu Deus é grande”

Lauryn Gibson conta sua história em entrevista à CBN News. (Foto: Reprodução/CBN News)

Lauryn Gibson conta sua história em entrevista à CBN News. (Foto: Reprodução/CBN News)

Publicado em Quarta-feira, 21 Agosto de 2019 as 3:56

Lauryn Gibson, de 18 anos, confia em Jesus para cuidar dela enquanto inicia sua carreira universitária na Cedarville University, uma faculdade cristã no sudoeste de Ohio, com seu coração transplantado.

"Eu apenas tento fazer quantas experiências únicas na vida eu puder", disse ela. "Eu sou muito grata por esta segunda chance."

Gibson viu Deus trabalhando em sua vida desde bebê. Uma história de superação e milagres contada pelos seus pais e repetida pela moça.

Assim que nasceu, Gibson conta que Deus permitiu que ela escapasse da morte e que esperasse por seu novo coração no conforto de sua casa, o que surpreendeu os médicos.

Quando tinha apenas seis semanas de idade, Gibson apresentou dificuldade em respirar e foi levada às pressas para o médico. Sua mãe ficou chocada ao saber que sua menina estava morrendo de insuficiência cardíaca congestiva.

A pequena criança doente foi levada de helicóptero para o Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati. Durante esse voo, seu coração parou de bater.

Quando Gibson chegou ao hospital, a equipe médica fez manobras para ressuscitá-la, colocando-a em suporte de vida. Sua função cardíaca era de apenas oito por cento. Seu cardiologista disse que a única maneira de o bebê sair do hospital era com um novo coração.

Orações

A mãe de Gibson, Heather, disse: "Não vou para casa sem ela", acrescentando: "Meu Deus é maior".

Dentro de duas semanas, a função cardíaca de sua filha melhorou para dezoito por cento, tornando-a saudável o suficiente para ser liberada do hospital.

"Ela estava desafiando as probabilidades", disse o médico.

Gibson foi colocada na lista de transplantes de coração, mas conseguiu esperar por seu novo coração em casa, o que é raro.

Depois de quase um ano de espera, um coração se tornou disponível e ela foi submetida ao transplante meticuloso quando estava a apenas três dias de seu primeiro aniversário.

Desde aquela época, Gibson passou a tomar medicamentos autoimunes para evitar que a tendência natural de seu corpo rejeitasse seu novo coração. Seu sistema imunológico reconhece o coração transplantado como um invasor estranho e por isso o atacará, a menos que o sistema imunológico seja suprimido com medicação.

Ela precisará tomar esses medicamentos imunossupressores pelo resto da vida. Infelizmente, esses medicamentos tornam difícil para o sistema imunológico combater todas as infecções e doenças, colocando sua vida em risco o tempo todo.

Isso significa que Gibson precisa ter extremo cuidado com seu ambiente. Os campi universitários podem ser particularmente perigosos quando se trata de infecções, por isso ela escolheu morar fora do campus em casa com os pais e ir para a Cedarville University, em vez de morar em uma residência no campus.

"Não tenho restrições em contrário", disse Gibson.

Gibson disse à CBN News que Deus sempre esteve com ela e sua família, que buscou ajuda em oração pela sua saúde.

"Quando eu estava no hospital, minha mãe me colocou em listas de oração em todo o mundo e até mesmo no Oriente Médio", disse ela. "Todo mundo está constantemente orando por mim, constantemente orando a Deus para me ajudar na vida diária e para me ajudar a orientar-me para o meu futuro."

Gibson disse que queria ser veterinária quando era mais nova, mas agora espera obter seu doutorado em Farmácia até 2023.

"Comecei a pensar que queria ajudar pessoas como eu, que tomassem medicação duas vezes ao dia pelo resto da vida", explica ela.

"Eu só queria estar em um campo que pode aliviar as complicações de tomar medicação todos os dias para meus pacientes, particularmente pacientes pediátricos. Porque eu entendo como é difícil tomar os medicamentos", justifica.

Desde que ela teve uma vida inteira de exposição ao setor de saúde e entende a capacidade de salvar vidas de medicamentos, bem como a importância de tomá-los adequadamente.

Deixe um comentário